domingo, 24 de fevereiro de 2013

Amour - Malu Corrêa

Quando rola um filme estrangeiro nas indicações para o grande Oscar, pode saber que ou é político, polêmico ou cult. Amour, do austríaco Michael Haneke, pertence à última alternativa. O filme narra a história de um casal de idosos (na casa dos 80) que chegam a um ponto definitivo quando Anne tem um ataque, e George precisa cuidar dela.

Particularmente, não curto muito filme francês (tá, tá, o diretor é austríaco mas o filme é francês, certo?); prefiro mil vezes assistir algo italiano (aaaaaaaaah, o cinema italiano). Mas depois de assistir Amour, fiquei com vontade de correr pra locadora e pegar todos os filmes com Jean-Louis Trintgnant e Emmanuelle Riva, que interpretam o fofíssimo casal do filme. Nunca vi nada do diretor Haneke antes, e com certeza vou procurar filmes dele também. Por quê? O filme traz reflexões sobre o amor, o tempo, a vida e a morte; relacionando todos esses fatores a história do casal, que aos poucos vai se aproximando do fim. É lindo o tanto que George se mostra dedicado e apaixonado pela esposa; é de derrubar qualquer cético que diga que o amor não existe.


Amour foi indicado a 5 Oscars; mais do que filmes estrangeiros normalmente conseguem. Mas, numa realidade hollywoodiana (e disputando contra filmes sobre o presidente mais querido dos EUA e sobre a caça a Bin Laden), é quase impossível que leve o grande Oscar. Porém, é o grande favorito a filme estrangeiro, que é mais do que merecido.


Anyway, para quem é fã de filmes românticos, histórias cativantes e casais de velhinhos apaixonados, Amour é o filme. Para assistir e comprar para ver de novo sempre que der vontade!


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